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É muito realizador. Eu me vejo fazendo coisas incríveis.

Aos 67 anos, Horácio Sendacz entrou no Pa-Kua para “viver seus sonhos”, está prestes a receber a faixa preta em formação marcial e acaba de começar Acrobacia

Horácio Sendacz, 67 anos, já foi bancário, comerciante e ferroviário. Começou a trabalhar cedo, aos 12 anos. Formado em Administração de Empresas é, atualmente, servidor público do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-PR), onde trabalha desde 2005. Nos últimos anos resolveu “viver seus sonhos”. Como ele fez isso? Fez curso de piloto de avião, escreveu livros e plantou árvores. Foi assim também que o Pa-Kua entrou em sua vida.

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“Eu brinco que a escola do Juvevê estava no meu caminho”, conta. Quando o recinto abriu, Sendacz teve curiosidade de conhecer as práticas ensinadas lá. Em 2010 começou a praticar armas de corte, mas não conseguiu dar continuidade aos treinos. Depois, quando uma outra unidade da escola foi inaugurada no Bacacheri (hoje Jardim Social), próximo da sua casa, voltou ao tatame. Dessa vez, levou a esposa Jandira de Almeida Pereira, 62 anos, para os treinos e, juntos, eles começaram a praticar formação marcial. Prestes a pegar a faixa preta em marcial, o servidor público começou uma nova modalidade desafiadora: acrobacia.

Hoje eu me sinto muito melhor do que quando entrei. Consigo até ficar de cabeça para baixo fazendo um elefantinho (movimento acrobático).

“É muito realizador. Eu me vejo fazendo coisas incríveis”, diz. Por conta de dificuldades cardiológicas, Sendacz precisa fazer exercícios físicos e, ao mesmo tempo, tomar alguns cuidados durante a prática. “Eu queria fazer algo que fosse lúdico e gratificante. No Pa-Kua, quando eu olho para o relógio o tempo da aula já acabou”, diz. Além disso, ele se sente grato por todos respeitarem os seus limites e, ao mesmo tempo, se esforçarem ao máximo para fazer com que ele os supere e, pouco a pouco, possa fazer mais.

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Atualmente, vai à escola três vezes por semana, fazendo duas horas de aula de arte marcial e uma de acrobacia (faixa amarela). “Hoje eu me sinto muito melhor do que quando entrei. Consigo até ficar de cabeça para baixo fazendo um elefantinho (movimento acrobático)”. Sendacz afirma que não se vê mais longe do Pa-Kua. “Além de tudo tem a parte filosófica. Faz bem para o corpo e a mente”, finaliza.

About the author: Camila Tremea

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