FullSizeRender

A luta para ser melhor a cada dia

Valdir Gomes entendeu dentro do Pa-Kua que a principal luta é consigo mesmo

A procura por uma atividade física que envolvesse defesa pessoal fez de Valdir Gomes Martins, vigilante, 28 anos, um interessado por artes marciais. Em 2010, sofreu uma agressão na rua, que resultou, inclusive, numa cicatriz que carrega no rosto. O episódio o aproximou da escola. “Eu vi uma aula de armas de corte e fiquei muito interessado, principalmente pela parte de desarme de facas, porque é uma simulação de violência real”, diz.

Praticante das modalidades de Armas de Corte, Arqueria e Arte Marcial, Valdir acredita que se tornou mais autoconfiante, desenvolvendo a habilidade de se autopromover e enxergar as suas próprias qualidades. Antes da escola, o vigilante se considerava muito mais agressivo e apenas queria “lutar”. “No Pa-Kua, entendi que a principal luta é aquela que travo todos os dias comigo mesmo, que permite que eu me desenvolva. O que importa é ser melhor a cada dia”, afirma. Baseado na sua própria evolução, Valdir indica a prática para qualquer pessoa, mas, especialmente para quem se sente mais inseguro.

Como passou por outras escolas de lutas, sabe que a diferença da metodologia é muito grande. “Em outros lugares você é cobrado o tempo todo. Não podemos sofrer provocação ou agressão que estaríamos sujando a reputação da academia e sendo um atraso”, comenta. Dentro do Pa-Kua, diz Valdir, há empatia e compreensão. “Eu sei que posso falhar e que errar é parte importante no processo de aprendizado”. Nestes anos de prática o hoje instrutor de Pa-Kua diz ainda ter aprendido a tratar todas as pessoas melhor.

About the author: Camila Tremea

Leave a Reply

Your email address will not be published.

This blog is kept spam free by WP-SpamFree.