15 anos de Pa-Kua Centro: saiba como foi a festa nesta sexta-feira

Na última sexta-feira (19) mais de 50 participantes de Pa-Kua em Curitiba, além de mestres e instrutores de outras cidades do Brasil e do mestre superior Fernando Sandri, participaram de aulas especiais e da confraternização em comemoração aos 15 anos da primeira escola da cidade, localizado no Centro.

Mestres Marco Antonio e Fernando Sandri

Mestres Marco Antonio e Fernando Sandri

Na ocasião, aconteceram duas aulas especiais de Arte Marcial e os alunos ainda puderam saber um pouco mais sobre a história da escola do centro e de quem trouxe Pa-Kua para Curitiba, o mestre Marco Antonio Filho, VI grau D.D.

Leia mais sobre a história do Mestre Marco e do Pa-Kua Curitiba

De acordo com o mestre de Pa-Kua Bruno Perico, que ministra aulas de Arte Marcial, Arqueria, Acrobacia, Armas e Cosmodinâmica no endereço da Benjamin Constant, este evento celebra um marco importante da cidade e também tem o objetivo de mostrar o lado empático e humano do mestre Marco. “Quem vê ele dando aula, chutando aparadores ou fazendo luta livre não tem ideia do homem generoso que ele é”, disse.

Praticantes de Pa-Kua depois do treino em comemoração aos 15 anos da escola do centro.

Praticantes de Pa-Kua depois do treino em comemoração aos 15 anos da escola do centro.

Assim como ele, Sandri compartilhou a alegria e as dificuldades enfrentadas para se manter escolas de Pa-Kua abertas em todos os lugares. “Cada escola de Pa-Kua é uma nova chance para o crescimento das pessoas. Para que elas mudem constantemente e procurem ser o seu melhor”.

PRÓXIMA CONFRATERNIZAÇÃO

O próximo encontro dos Pakuanos já tem data marcada! Neste sábado (27), das 19h às 22h, acontecerá mais uma edição do Halloween do Pa-Kua. A festa terá comidas típicas, bebidas e muita diversão – além da decoração horripilante.

Crianças e menores de 12 anos podem participar (acompanhado de pais ou responsáveis). Para elas, o valor de contribuição é de R$ 10 e para os adultos é de R$ 15. Entre as bebidas, serão servidos chá de hibisco com canela e pink lemonade. ESTÃO PROIBIDAS AS BEBIDAS ALCÓOLICAS, mas quem quiser refrigerantes ou outras opções deve levar as suas próprias. Os ingressos já estão à venda nas escolas.

Confira o evento no Facebook

O que faz do Circo da China algo excepcional

A tradição do circo chinês começou há mais de dois mil anos no Período dos Estados Combatentes. Artistas chineses, acrobatas e contorcionistas são claramente reconhecidos em artefatos antigos já nas dinastias Qin e Han (221 aC – 220 aD).

Os registros históricos, as relíquias antigas, as esculturas em relevo em túmulos, pedras e tijolos, murais em templos e grutas e padrões decorativos em utensílios mostram que durante séculos o público ficou fascinado com as performances deslumbrantes de artistas chineses, acrobacias e circo.

Embora muitos tipos de números acrobáticos existiram durante a Dinastia Ch’in (255-207 aC), foi a Dinastia Han que viu a forma de arte alcançar novos níveis e se tornar uma forma popular de entretenimento.

A maioria dos grupos foram formados ao longo de linhas familiares e desenvolveram habilidades e rotinas que, com algumas alterações, são realizadas até hoje.

Conhecido como o “Pai Hsi” ou os “Cem Atos”, durante este período o circo evoluiu para um longo show com grande variedade de números de trampolim, malabarismo e mágica.

Zh`ang Heng, um grande homem de letras na Dinastia Han Oriental, registrou em um de seus escritos, “The Western Capital Fu”, muitas rotinas acrobáticas emocionantes e truques de mágica. O circo chinês moderno, por mais sofisticado que possa parecer, foi criado e realizado pelos antigos acrobatas chineses.

Esses acrobatas foram os favoritos da corte ao longo do Período Wei do Norte (386 – 534), na Dinastia Sung (960 – 1279), como registrado em livros e pinturas da época. Durante a Dinastia Sung, a arte da acrobacia foi praticada por metafísicos taoístas em um esforço para aperfeiçoar suas habilidades físicas e concentração mental.

Com o passar do tempo, o público do circo chinês mudou e, além dos nobres, os artistas foram bem recebidos também pelas pessoas comuns. Os artistas do circo se juntaram a marionetes, contadores de histórias, magos, dançarinos e outros artistas, que já se apresentavam para camponeses.

O governo chinês começou a acompanhar de perto o movimento de grupos e artistas individuais.

Como resultado, ao longo dos séculos XIX e XX, o circo chinês existiu em um formato menos estruturado. Viajando sozinhos ao invés de em grupos, os artistas ficaram desmoralizados e desacreditados perante o público.

Em 1949, a República Popular da China começou a financiar grupos e o circo chinês ressurgiu como uma forma de arte popular. Foi criado um grande número de novos programas com acompanhamento musical, figurinos, adereços, iluminação e o circo chinês tornou-se uma forma abrangente de arte de palco, tão magnificamente representada pelos artistas do Circo Imperial da China.

 

Outubro no Pa-Kua tem aniversário de escola, aulas especiais, cursos e Halloween

Faltam poucos dias para o fim de outubro e, ainda assim, a agenda de atividades do Pa-Kua está cheia! Confira a programação e saiba como participar!

SEXTA-FEIRA (19)

Na sexta-feira (19) será comemorado o aniversário da primeira escola de Pa-Kua de Curitiba, localizada no centro, fundada pelo mestre Marco Antonio Filho. Todos que treinam Pa-Kua na cidade fazem parte dessa história.

Mestre durante o curso de Arqueria.

Na data, haverá uma aula especial com o Mestre Superior Fernando Sandri, destinada aos instrutores e, claro, um aulão comemorativo ministrado pelo Mestre Marco Antonio Coelho. Ás 21h ainda vai rolar uma confraternização com comes e bebes. A participação é gratuita. 

Fique sabendo mais sobre a história da escola 

SÁBADO (20) 

Uma das armas mais antigas de todos os tempos, e chamada na China de “avô de todas as armas”, é o bastão longo. Apesar de simples, é bastante versátil e oferece diferentes tipos de vantagens na luta – visando o desenvolvimento da percepção e da expansão do campo energético pessoal. Será realizado às 19h30, no recinto do Batel e tem duração de duas horas. O custo de participação é de R$ 246 e deve ser comprado aqui.

Treino com bastão longo

Vale lembrar que o curso foi revisado recentemente, durante as Aulas Abertas de 2017.

DOMINGO (21) 

Que tal atrelar a prática dos tiros com arco e flecha, que praticamos nas escolas, com o contato com a natureza e com colegas pakuanos de toda a cidade? No próximo domingo (21), será realizado o Domingo de Arqueria, num sítio localizado na região de Campina Grande do Sul. Fique tranquilo, o ponto de encontro é a escola do Juvevê. Garanta já a sua participação (que pode ser feita em até 18x via PagSeguro!!).

arqueria

E o que este dia tem de tão diferente? Vamos dar tiros bem mais longos (alvos a 20, 30, 40 e 50 metros)! Também vamos nos divertir com práticas de combate, exercícios táticos, tiros em alvos em movimento, tiros meditativos, práticas de tiros ritualísticos, brincadeiras, diversão e, claro, confraternização. Leia mais. 

TERÇA (23)

A tonfa (Shuang Guai) é uma arma bastante conhecida por seu uso em polícias e vigílias. O curso também foi revisado recentemente e será ministrado (módulo III) pelo mestre Marco Antonio Filho, às 18h, na escola do Centro. O valor do curso é de R$ 246 e deve ser comprado pelo site.

SÁBADO (27) 

Quem gosta de facas também vai poder fazer uma aula diferente na escola das Mercês, para trabalhar a afiação de facas. Serão estudados o perfil das lâminas, assim como as vantagens e desvantagens do uso de cada uma. O encontro é às 16h30 e o investimento de R$ 50.

À noite, às 19h, os pakuanos poderão se reunir numa festa horripilante (com ou sem fantasia!). O Halloween do Pa-Kua terá decoração e comidas temáticas. O evento será realizado num salão de festas, na Rua Comendador Araújo, 80, no Salão de Festas. Crianças pagam R$ 10 e adultos R$ 15. Os convites podem ser comprados nas escolas.

Pa-Kua Centro faz 15 anos – conheça quem trouxe o conhecimento para a cidade

Assim como muitas pessoas, o mestre Marco Antonio Filho, 49 anos, conheceu o Pa-Kua procurando uma Arte Marcial. “Eu queria algo tradicional, que ensinasse a filosofia oriental, defesa pessoal funcional e também o manuseio de armas antigas”, disse. Ele, que já tinha praticado outras artes marciais mais voltadas para competições e combate esportivo estava sofrendo com constantes dores nas costas e queria uma atividade voltada para o seu bem-estar: algo que proporcionasse melhoria no alongamento e fortalecimento da musculatura.

Mestre durante o curso de Arqueria.

Mestre durante o curso de Arqueria.

Foi assim que ele começou a praticar as modalidades de Arte Marcial e Reflexologia, na cidade de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, em 1998. Na faixa cinza, em 2001, quando se tornou Instrutor de Pa-Kua, graduação em que os alunos são incentivados e recebem a permissão para dar aulas com supervisão, começou a ministrar aulas na escola de Brusque, também em Santa Catarina. “Aí passei a me envolver de forma mais intensa, porque o conhecimento de Pa-Kua me fascinava todos os dias. O interesse foi tão grande que passei a me dedicar só à escola”. Atualmente, Marco Antonio é 6º Grau DD.

“Não falaríamos de Pa-Kua em Curitiba se não falássemos do mestre Marco Antonio Filho. Há 16 anos, foi ele quem trouxe o ensino para a cidade quando ainda era faixa azul e há 15, abriu a escola do centro, que muitos de nós treinamos ou fazemos aulas especiais e atividades na itinerância”

Mestre Marco Antonio Coelho, em foto atual, na escola do Centr

Mestre Marco Antonio, em foto atual, na escola do Centro

Mudança de Vida 

A grande virada aconteceu em 2002. “Decidi que me mudaria para Curitiba para trazer o Pa-Kua para a cidade e levar o conhecimento que tanto me fazia bem para outras pessoas”. No primeiro ano, ensinou Armas de Corte, Arte Marcial e Reflexologia em academias e outros espaços com diferentes atividades; formando o seu primeiro grupo de alunos. Assim, em 2003 pode dar um novo passo – a escola do centro.

Mestre Marco Antonio em uma das reformas da escola do Centro.

Mestre Marco Antonio em uma das reformas da escola do Centro.

Com um grupo de 30 alunos, praticantes de Pa-Kua destes diferentes lugares, abriu a escola que conhecemos até hoje e é uma das mais antigas do Brasil. Todos os praticantes da cidade estão ligados ao endereço da Rua Benjamin Constant. Se eles não foram alunos do recinto, seus mestres e antecessores foram.

Mestre Marco ainda na faixa cinza.

Mestre Marco ainda na faixa cinza.

Motivação

Marco Antonio diz que a maior motivação para trabalhar com Pa-Kua são as transformações dos alunos. “Com o passar do tempo, via que os praticantes mudavam a forma de encarar o dia a dia e também obtinham melhor qualidade de vida, alcançando diferentes melhorias pessoais”, diz.

Mestre Marco Antonio Coelho em uma das Aulas Abertas

Mestre Marco Antonio Coelho em uma das Aulas Abertas

Para ele, é possível enxergar estas mudanças tanto em trabalhos que exigem maior esforço físico, como Arte Marcial e Armas de Corte, quanto nas modalidades terapêuticas, como Reflexologia, Sintonia e Energia.

A cidade

Nestes 16 anos, muitas pessoas passaram a conhecer o conhecimento de Pa-Kua e todo o trabalho propagado pela Liga Internacional em diferentes cidades do Brasil e do mundo. Segundo Marco Antonio, trazer Pa-Kua para cá não foi uma ideia de empreendimento comercial ou academia. “Além do âmbito profissional meus ideais foram muito reforçados pelos mestres que me acompanhavam, ensinaram e me fizeram ver que este seria um trabalho de expansão de conhecimentos que fariam o bem para os outros; que eles pudessem ser sua melhor versão diariamente”. Seu trabalho, diariamente, é o de permitir o acesso do conhecimento ao maior número de pessoas possível.

Para ele, Pa-Kua é uma atividade que preenche os diferentes segmentos da sua vida. “Sinto-me mais completo tanto por conta das práticas marciais que treino, assim como a parte social, por meio das aulas que ministro e também as pessoas que lido no meu dia a dia; como alunos, mestres e instrutores. Por último, ainda sou grato ao desenvolvimento interior diário proporcionado pelo autoconhecimento atingido ao executar práticas terapêuticas harmonizadoras”.

Atualmente, o mestre ministra aulas todas às sextas, voltadas a Arte Marcial e Condicionamento Físico para os faixas avançadas da cidade. WhatsApp Image 2018-10-17 at 09.45.49 (1) 25550432_1619983958040440_3737592423342870338_n

SAVE THE DATE

Na próxima sexta-feira (19) todos os praticantes de Pa-Kua de Curitiba estão convidados para comemorar com o mestre Marco o aniversário de 15 anos da escola do centro. Na data, haverá uma aula especial com o Mestre Superior Fernando Sandri, destinada aos instrutores e, claro, um aulão comemorativo ministrado pelo Mestre Marco Antonio, fundador da escola do centro e responsável por trazer o Pa-Kua para a cidade.

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Motivos para aprender a lutar com uma bengala

Desde a antiguidade existem relatos dos homens usando bengalas – é possível lembrar-se de Moisés, pensar em Charles Chaplin em “Tempos Modernos” (1936) ou fazer referências ao sapateado de Fred Astaire em clássicos do cinema como “Cinderela em Paris” (1957).

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Para ajudar o homem a enfrentar dificuldades em terrenos difíceis, a dançar ou associar o indivíduo como símbolo de poder e elegância, o objeto estava lá, sempre às mãos. Na literatura, ganhou charme quando Arthur Conan Doyle a colocou ao alcance de Sherlock Holmes. Phineas Fogg, personagem principal de “A Volta ao Mundo em 80 dias”, de Julio Verne, também levava um sword cane em sua viagem ao redor do mundo.

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A facilidade do acesso à arma, que começou a ser usada pelos cavaleiros juntamente com as espadas e sua aceitação nos dias de hoje; faz com que ela seja útil, perigosa e eficiente.

IGUALDADE

Não importa se você é mais baixo ou fraco. O uso de uma bengala na luta permite a igualdade entre os oponentes – assim como outras armas, ela permite equilibrar as diferenças. Além disso, aumenta a autoconfiança de quem a usa. Na prática, incorpora técnicas de bastão, sabres e tonfa, além de outras específicas.

CHARMOSA

Nos séculos XVII e XVIII, nenhum homem queria sair de casa sem portar uma bengala – era possível, inclusive, identificar o status social de uma pessoa pelo acessório.  Como assim? Na França, por exemplo, Luiz XIX usava uma bengala cravejada em pedras preciosas e chegou a restringir seu uso aos aristocratas. Luís XIV, “O Rei Sol”, um dos mais conhecidos da história e que tanto influenciou a moda, também não abria mão do uso do acessório.

O Rei Sol: Seu reinado de 72 anos é o mais longo de toda história do planeta; Nenhum outro monarca ocupou um trono por tanto tempo. Foi um dos líderes da crescente centralização de poder na era do absolutismo europeu.

O Rei Sol: Seu reinado de 72 anos é o mais longo de toda história do planeta; Nenhum outro monarca ocupou um trono por tanto tempo. Foi um dos líderes da crescente centralização de poder na era do absolutismo europeu.

Nos anos 1700, em Londres, era preciso uma licença para se carregar uma bengala; e grandes marcas conhecidas até hoje por fashionistas como Tifffany (das joias, sim!), Faberge e Murano investiam em produções feitas com metais preciosos, ossos de baleia, diferentes tipos de madeiras, etc.

No Brasil, os malandros cariocas adotaram a bengala como um símbolo de elegância e um protesto irônico à aristocracia, assim como o terno branco (o terno preto era o traje dos homens da elite). Normalmente, era usada em combate em combinação com a capoeira (também chamada na época de “pernada”).

ÚTIL COMO UMA ESPADA

Em certos aspectos, ele pode ser tão (ou mais) útil que uma espada. Ainda no século XVIII, foram desenvolvidas na Europa, mais especificamente na França, técnicas de defesa pessoal com o uso da bengala. Na época, muitos homens combinavam estas técnicas aos treinos de pugilismo ou esgrima.

O Savate, conhecido popularmente como boxe francês, estilo de luta que envolvia pontapés altos e golpes com a mão aberta, originalmente incluía técnicas com a arma.

Em 1898, Edward William Barton-Wright, após ter passado três anos no Japão, retornou a Inglaterra e anunciou a formação de uma “nova arte de defesa”. Esta arte procurava combinar os melhores elementos de uma variedade de estilos de luta. Assim nasceu o “Bartitsu”, que combina a bengala com técnicas de defesa pessoal.

No Pa-Kua

Na escola, técnicas de luta com a bengala são ensinadas em cursos. Eles envolvem exercícios de alongamento e flexibilidade, fundamentais para a prática; assim como fortalecimentos e práticas de resistência. Depois, são ensinados ataques, defesas e movimentações com a arma. Suas técnicas são ensinadas em dois módulos diferentes, com duração de duas a quatro horas. O valor da participação é de R$ 274 (cada módulo).

Quando posso fazer?

No próximo sábado (13), das 19h30 às 21h30, o mestre Roberto Trinkel vai ministrar o primeiro módulo do curso na escola do Batel (Rua Cel. Dulcídio, 290). Garanta sua vaga aqui. Mais informações pelo WhatsApp: (41) 9 9261-1663.

 

 

Venha atirar com arco e flecha pela primeira vez

Você, pakuano, já escutou algum amigo dizendo que atirar com arco e flecha como você faz deve ser MUITO LEGAL? Com certeza, sim! Muitos de nós, inclusive, acabamos conhecendo o Pa-Kua depois de uma aula aberta de arqueria.

Agora, chegou a hora de você convidar os seus amigos para uma experiência única. No domingo 04 de novembro, vamos promover um aulão especial com técnicas e tiros básicos com arco e flecha + introdução à história da arqueria chinesa. O local? A escola do Batel (Rua Cel. Dulcídio, 290), das 15h às 17h.

A entrada do aulão custa R$ 5 e pode ser comprada aqui. Os mestres e instrutores da escola estarão lá para ajudar todos a terem uma experiência completa – você vai se sentir como num filme ou série de ação.

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A prática regular de arqueria melhora a agilidade, destreza e precisão. Promove o desenvolvimento do raciocínio lógico e estratégico, alivia o estresse e a tensão (uma ótima pedida para os dias de hoje), promove melhoria do controle do corpo e da mente, desenvolve o foco e a concentração.

E aí, quem você vai convidar? A aula tem a duração de duas horas e os participantes poderão aproveitar uma promoção de plano de treino especial: 50% de desconto no treino livre por três meses, em qualquer uma das seis escolas da cidade.

Evento para compartilhar no Facebook.

Participe!

O que são alongamentos estático, dinâmico e passivo?

Antes mesmo de você começar a praticar exercícios regularmente já se sabe: alongar é importante. Ainda assim, são poucas as pessoas que têm conhecimento do por que alongamos antes ou depois das práticas esportivas.

Em termos genéricos, o alongamento é o exercício físico voltado para a flexibilidade corporal. Músculos mais alongados são músculos mais fortes: o motivo? O alongamento promove a quebra das fibras musculares, deixando os músculos maiores e não atrofiados.

Ao mesmo tempo, os músculos são como elásticos que precisam ser frequentemente estendidos para não “arrebentarem” quando forem muito exigidos. E o alongamento promove exatamente essa flexibilização.

Conheça as modalidades do Pa-Kua 

A prática do alongamento muscular melhora potencialmente a movimentação das articulações, diminui dores e aumenta a disposição  – podendo ser feito em intensidades e objetivos diferentes: é uma prática indicada para todas as idades. A importância do alongamento passa também pela melhoria da postura.

Conheça os diferentes tipos de alongamento

Ao entender a importância do alongamento na atividade física, saiba que existem diferentes tipos de alongamento e cada um deles é realizado de uma forma, cumprindo papéis bem específicos na musculatura. Veja abaixo:

Estático

É o tipo de alongamento mais tradicional. Nele, enquanto uma área fica estendida, o restante do corpo permanece parado. A recomendação é que o atleta fique entre 30 e 60 segundos na mesma posição para bons resultados.

Dinâmico

No alongamento dinâmico o atleta faz movimentos de vai e vem, que por sua vez ajudam a trabalhar diferentes estruturas, por meio de estímulos que ajudam os músculos a se soltarem e ficarem menos tensos.

Passivo

Nesse alongamento o atleta recebe a ajuda de outra pessoa ou equipamento, que o auxilia no controle da força aplicada, sempre respeitando os limites do corpo e contribuindo para que as posições sejam anatomicamente confortáveis.

***

No Pa-Kua, os alongamentos são trabalhados em todas as modalidades de formas diferentes e focos específicos. Em todas as aulas, praticamos uma série de movimentos repetitivos, os 24 movimentos iniciais, que estimulam o alongamento e ativam diferentes partes do corpo. Há também modalidades como acrobacia, sintonia e cosmodinâmica, que trabalham exercícios diferentes, direcionados a prática.

DOMINGO DE ARQUERIA SERÁ REALIZADO NO PRÓXIMO DIA 21

Que tal atrelar a prática dos tiros com arco e flecha, que praticamos nas escolas, com o contato com a natureza e com colegas pakuanos de toda a cidade? No próximo domingo (21), será realizado o Domingo de Arqueria, num sítio localizado na região de Campina Grande do Sul. Fique tranquilo, o ponto de encontro é a escola do Juvevê.

E o que este dia tem de tão diferente? Vamos dar tiros bem mais longos (alvos a 20, 30, 40 e 50 metros)! Também vamos nos divertir com práticas de combate, exercícios táticos, tiros em alvos em movimento, tiros meditativos, práticas de tiros ritualísticos, brincadeiras, diversão e, claro, confraternização.

O valor de participação é de R$ 246. E você pode garantir sua participação clicando aqui.

Agendão de Outubro!

Atenção, pakuano: programe-se para não perder as atividades extracurriculares que acontecem entre este fim de semana e o último de outubro.

Quer aprender mais e ficar mais tempo no tatame e com seus amigos de treino? Ainda neste mês algumas aulas serão realizadas – e já temos o cronograma inteirinho de outubro, para todo mundo conseguir se planejar!

 

 

SÁBADO 13 DE OUTUBRO

Sábado (13), aula especial de história da arqueria, às 19h30, no Batel. A duração é de uma hora e a participação custa R$ 30. Em seguida, às das 20h30 às 21h30, aula especial de teoria de armas e metalurgia, é R$ 30.

SÁBADO 20 DE OUTUBRO

Sábado (20), curso de bastão longo 1, são duas horas de prática, das 19h30 às 21h30, no Batel. O valor da participação é de R$ 246. Clique para comprar.

DOMINGO 21 DE OUTUBRO

Domingo (21) é o dia do tão esperado Domingo de Arqueria. Num sítio em Campina Grande do Sul (o ponto de encontro é a escola do Juvevê!), custa R$ 246. E o que vamos fazer lá? Tiros em alvos móveis, tiros em longa distância (alvos a 20, 30, 40 e 50 metros), almoço, tiros caminhando, combate com arco e flecha 1 x 1, forma de ritual de tiro com arco e exercícios complementares.

COMPRE AQUI O DOMINGO DE ARQUERIA

A participação precisa ser confirmada com antecedência! Outra dica importante: para receber todas as nossas novidades, você pode adicionar o WhatsApp da escola e entrar em uma lista de transmissão – não é grupo e ninguém vai mandar memes ou floodar seu dia. Como fazer? Adicione o nosso contato (41) 9 9261-1663 e mande o seu nome completo + recinto de prática. Pronto! Você receberá tudo na palma da sua mão.