Saiba como foram as Aulas Abertas 2018

Mais de 300 pakuanos de diferentes continentes, países e cidades estiveram reunidos nos últimos dias 6, 7, 8 e 9 de dezembro, em Mendonza, na Argentina, para as Aulas Abertas 2018. Durante dois dias de aulas, mestres de todos os cantos ministram classes de modalidades diferentes para todos os praticantes.

Foto final das aulas, com todos os participantes.

Foto final das aulas, com todos os participantes.

Nos primeiros dois dias, o evento é destinado aos praticantes mais graduados. A partir do terceiro grau da faixa preta, os seminários de ascensão de faixas são feitos apenas nas Aulas Abertas – evento que reúne todos os mestres de todos os lugares e os melhoramentos e conteúdos são passados pelos mestres superiores Nicolas Moyano e Fernando Martín Sandri.

Na sexta-feira, os instrutores (faixa cinza) que estavam por lá já puderam participar de seminários nas modalidades de Armas de Corte e Arte Marcial. Eles também foram ministrados pelos mestres superiores.

Fim de semana

O mestre Marco Filho, representante da cidade de Curitiba, foi o primeiro a lecionar uma das aulas. Ao lado do argentino, Mauro Selliez, ensinou técnicas de defesa contra agarres e ataques pelas costas. O americano David Clawson e o argentino Facundo Lamas ensinaram formas de manter a coluna saudável.

No mesmo dia, o brasileiro Sergio Murilo e os argentinos Cristian Rivarola e Luciano Golzman mostraram técnicas de fortalecimento sem aparelhos – os que costumamos trabalhar em acrobacia. Em uma prática mais interna, os mestres Lairton Teles (brasileiro) e Martín Dacunda (argentino), ensinaram como usar a imposição de mãos e a meditação em busca de um propósito.

No domingo, a mestra Fernanda de Sá, do Brasil, e o mestre Ariel Biribin, da Argentina, ministraram uma aula especial com avanços – terminando, inclusive, com técnicas de luta e defesa com bases nos avanços trabalhados. O argentino Marcos Negri e o brasileiro Marcelo Mendonça ministraram uma aula de Sintonia, com foco em dinâmica plástica. Por fim, os mestres superiores Fernando Martín Sandri e Nícolas Moyano ensinaram formas de se usar a faixa como uma arma.

Depois das classes, o evento contou com uma entrega de faixas para os alunos que tinham graduações acima da faixa vermelha para receber. O destaque da entrega foi o mestre Lairton Gadelha Teles, de Fortaleza, que recebeu o seu 7° grau em Pa-Kua.

Festa

Na noite de sábado, um jantar com muita música animou os pakuanos e permitiu que eles confraternizassem. Na programação, DJ e banda. Uma surpresa também: os mestres Milton Lehmkuhl (Portugal), Dario Braida (Mendonza) e Ethan Hedayat (Califórnia) participaram da apresentação da banda, mostrando seus talentos musicais – teve até solo de bateria em Roxxane, do The Police. Foi demais!

A já tradicional e esperada apresentação de Rosário, que mistura Artes Marciais e Acrobacia, teve como tema “Star Wars”. Ao fim, as crianças ganharam máscaras de Stormtroopers e tiraram fotos com os integrantes e seus sabres de luz.

Curitiba

O mestre Bruno Perico, que dá aulas em Curitiba na escola do Centro, está na escola há 11 anos e é aluno do mestre Marco Antonio Filho recebeu o seu 4° grau em Pa-Kua.

O mestre Bruno com os também mestres Sylvana e Marco Antonio

O mestre Bruno com os também mestres Sylvana e Marco Antonio

Já a aluna do mestre Rodrigo Trinkel e instrutora nas escolas do Batel e Juvevê, Bruna Covacci, pegou o seu segundo grau em Arte Marcial na ocasião.

A instrutora com o mestre Rodrigo Trinkel

A instrutora com o mestre Rodrigo Trinkel

Curitiba representada na entrega de faixas:

O mestre Bruno Perico e a Instrutora Bruna Covacci

O mestre Bruno Perico e a Instrutora Bruna Covacci

Próximas aulas!

Você, Pa-Kuano, já pode se programar para participar das próximas edições das Aulas Abertas. Dessa vez, serão no Brasil, na cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, nos dias 7 e 8 de dezembro.

O que é Pa-Kua?

Pa-Kua é um conhecimento universal e milenar. Acredita-se que ele pode ter surgido juntamente com a humanidade, e a forma com que estudamos é chinesa – metodologias semelhantes estão presentes em outras culturas, com outros nomes e formas.

Seu ensino pode ser considerado um pilar fundamental da filosofia e dos pensamentos da China. O conhecimento tem como base os estágios de mutação da natureza.

Os antigos estudiosos perceberam que havia uma rotina (padrão) nos movimentos das estações e dos planetas; um ciclo. A partir deste estudo, criaram um conhecimento de grande conteúdo filosófico, com diferentes formas e aplicações.

O nome “Pa-Kua” pode ser traduzido livremente como oito mutações, oito transformações, oito multiplicações ou até mesmo oito estados de mudanças. “PA” significa oito e “KUA” que significa mutações.

O conhecimento é como uma metodologia, uma ferramenta de compreensão e auxílio à adaptação que pode ser aplicada a diferentes questões e ciências. Aprender Pa-Kua está relacionado à melhoria individual e pessoal, à evolução. A ideia é que, todos os dias, o praticante busque se tornar melhor, que consiga desfragmentar em busca de ser ele mesmo e supere os seus limites, compreenda a importância do trabalho em equipe e ainda vença barreiras físicas.

As nove modalidades (Arte Marcial, Acrobacia, Arqueria, Armas de Corte, Ritmo, Sintonia, Cosmodinâmica, Ritmo e Reflexologia) são uma forma de compreender o que é Pa-Kua. Em cada maestria, o conhecimento é apresentado de formas diferentes, mas todos têm o mesmo objetivo.

“O Pa-Kua é uma fonte de riquezas ao nosso caminho; desenvolvendo, nutrindo e fortalecendo no nosso espírito”, Mestre Magliacano.

Novembro no Pa-Kua: chegou a hora da última itinerância de 2018 e mais aulas especiais e cursos com mestres locais

O mês de novembro promete ser empolgante para todos os Pakuanos de Curitiba. Além de acontecer à última itinerância do ano (e, sim, você já pode agendar as suas atividades), várias aulas especiais e cursos estão programadas em diferentes recintos e com vários mestres e instrutores.

SÁBADO (03)

Curso de Armas de Arremesso (Módulo 1!). Na aula, o aluno vai aprender a atirar pedras e estrelas com o mestre Marcelo Coelho.

Escola:  Pa-Kua Centro.  Horário: 18h. Custo: R$ 273,06.

Link para compra de curso

Aula especial de História das Armas, com mestre Roberto Trinkel – ideal para os praticantes que estão preparando a monografia de Armas de Corte ou querem um conteúdo mais aprofundado do estudado nas aulas regulares.

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 19h30. Custo: R$ 30.

Link para pagamento

Logo em seguida, o mestre Rodrigo Trinkel vai ministrar uma Aula Especial de Torções e Alavancas em que todos os alunos podem participar. A ideia ainda é melhorar a aplicabilidade e refinar algumas das técnicas que já são conhecidas, além de trabalhar com novas práticas.

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 20h30. Custo: R$ 30.

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SÁBADO (10)

Quem aprendeu a atirar alguns objetos no Armas de Arremesso1 já pode encarar o módulo 2. O curso será ministrado pelo mestre Marcelo Coelho.

Escola: Pa-Kua Centro. Horário: 18h. Custo: R$ 273,06.

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Chegou a hora de aprender a fazer as próprias flechas! O mestre Roberto Trinkel vai ensinar e auxiliar os alunos a fazerem o seu próprio material, na Aula Especial de Fabricação de Flechas. Você sai da atividade com 3 flechas próprias!

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 19h30 às 21h30. Custo R$ 150.

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Quem gosta da modalidade de Ritmo (ou de dança e luta) vai poder praticar diferentes formas de luta esquemática com músicas inspiradas em clássicos hollywoodianos na Aula Especial de Ritmo com Músicas de Filmes, ministrada pela instrutora Bruna Covacci.

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 19h30. Custo R$ 30.

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Estado vazio? Se você tem dificuldades para compreender e praticar a meditação chán, essa Aula Especial de Meditação Chán do mestre Rodrigo Trinkel é para você! Ela mescla teoria e prática e aborda tópicos importantes sobre o assunto.

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 20h30. Custo R$ 30.

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Domingo (11)

O estudo das Vias de Energia dentro do Pa-Kua abrange conceitos de Medicina Tradicional Chinesa como as teorias do Yin e Yang, dos Zang-Fu, dos Cinco Elementos, além de conhecimentos como alimentação harmônica, digitoacupuntura, acupuntura, massagens e auriculoterapia, técnicas utilizadas para reestabelecer a harmonia das energias no corpo. É um complemento elementar para todo pakuano! Interessado? Pode contatar a mestra Priscila Sandrini, que vai ministrar o Curso de Vias de Energia I.

Escola: Juvevê. Horário 15h. Custo R$ 820.

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Se a sua ideia é a de fazer um curso marcial, é possível encarar muitas técnicas de combate no Curso de Luta Livre Módulo 1, com o mestre Rodrigo Trinkel.

Escola: Juvevê. Horário 15h. Custo  R$ 273,06.

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 Sábado (17)

Você sabia que a alimentação pode ser estudada como questões energéticas e podem auxiliar o nosso treino? Tá, isso não é novidade para ninguém. Mas, para conhecer melhor a visão chinesa (e do Pa-Kua) sobre o assunto, você vai poder acompanhar uma Aula Especial de Função Energética dos Alimentos, da mestra Priscila Sandrini.

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 19h30. Custo R$ 30.

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Em seguida, o mestre Rodrigo Trinkel vai ministrar uma aula especial de Técnicas Contra Facas.

Escola: Pa-Kua Batel. Horário: 20h30. Custo R$ 30.

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Gostou de Armas de Arremesso 1 e 2? Chegou a hora de encarar o módulo 3. O curso será ministrado pelo mestre Marcelo Coelho.

Escola: Pa-Kua Centro. Horário: 18h. Custo: R$ 273,06.

Link para compra

Sexta-feira (23)

COMEÇA A ITINERÂNCIA! \o/

Dessa vez, teremos um único mestre ministrando atividades na cidade, durante os dias 23 de novembro e 3 de dezembro. O argentino Cristian Rivarola, é sexto grau em Pa-Kua e pode ministrar seminários de Arte Marcial (3° grau), Cosmodinâmica (3º grau), Armas de Corte (3° grau), Sintonia (2° grau),  Arqueria (2° grau), Ritmo (1° grau), Acrobacia (1° grau), Reflexologia (1° grau) e Energia (1° grau).

Responda a pesquisa:

Quais atividades você gostaria de realizar? 

Entre os cursos, pode ministrar Vias de Energia, Tonfa, Bastão Longo, Bastão Curto, Nunchaku, Perfil Pessoal, Combate Circular, Massagem, Tian Ling, Sai, Luta Livre, Corpo a Corpo, Bastão bi-articulado e Armas de Arremesso. Também pode realizar sessões de desfragmentação.

A responsável pelo agendamento das atividades é a instrutora Lilith Marangon e o agendamento é feito apenas via WhatsApp (41) 99106-6997.

15 anos de Pa-Kua Centro: saiba como foi a festa nesta sexta-feira

Na última sexta-feira (19) mais de 50 participantes de Pa-Kua em Curitiba, além de mestres e instrutores de outras cidades do Brasil e do mestre superior Fernando Sandri, participaram de aulas especiais e da confraternização em comemoração aos 15 anos da primeira escola da cidade, localizado no Centro.

Mestres Marco Antonio e Fernando Sandri

Mestres Marco Antonio e Fernando Sandri

Na ocasião, aconteceram duas aulas especiais de Arte Marcial e os alunos ainda puderam saber um pouco mais sobre a história da escola do centro e de quem trouxe Pa-Kua para Curitiba, o mestre Marco Antonio Filho, VI grau D.D.

Leia mais sobre a história do Mestre Marco e do Pa-Kua Curitiba

De acordo com o mestre de Pa-Kua Bruno Perico, que ministra aulas de Arte Marcial, Arqueria, Acrobacia, Armas e Cosmodinâmica no endereço da Benjamin Constant, este evento celebra um marco importante da cidade e também tem o objetivo de mostrar o lado empático e humano do mestre Marco. “Quem vê ele dando aula, chutando aparadores ou fazendo luta livre não tem ideia do homem generoso que ele é”, disse.

Praticantes de Pa-Kua depois do treino em comemoração aos 15 anos da escola do centro.

Praticantes de Pa-Kua depois do treino em comemoração aos 15 anos da escola do centro.

Assim como ele, Sandri compartilhou a alegria e as dificuldades enfrentadas para se manter escolas de Pa-Kua abertas em todos os lugares. “Cada escola de Pa-Kua é uma nova chance para o crescimento das pessoas. Para que elas mudem constantemente e procurem ser o seu melhor”.

PRÓXIMA CONFRATERNIZAÇÃO

O próximo encontro dos Pakuanos já tem data marcada! Neste sábado (27), das 19h às 22h, acontecerá mais uma edição do Halloween do Pa-Kua. A festa terá comidas típicas, bebidas e muita diversão – além da decoração horripilante.

Crianças e menores de 12 anos podem participar (acompanhado de pais ou responsáveis). Para elas, o valor de contribuição é de R$ 10 e para os adultos é de R$ 15. Entre as bebidas, serão servidos chá de hibisco com canela e pink lemonade. ESTÃO PROIBIDAS AS BEBIDAS ALCÓOLICAS, mas quem quiser refrigerantes ou outras opções deve levar as suas próprias. Os ingressos já estão à venda nas escolas.

Confira o evento no Facebook

O que faz do Circo da China algo excepcional

A tradição do circo chinês começou há mais de dois mil anos no Período dos Estados Combatentes. Artistas chineses, acrobatas e contorcionistas são claramente reconhecidos em artefatos antigos já nas dinastias Qin e Han (221 aC – 220 aD).

Os registros históricos, as relíquias antigas, as esculturas em relevo em túmulos, pedras e tijolos, murais em templos e grutas e padrões decorativos em utensílios mostram que durante séculos o público ficou fascinado com as performances deslumbrantes de artistas chineses, acrobacias e circo.

Embora muitos tipos de números acrobáticos existiram durante a Dinastia Ch’in (255-207 aC), foi a Dinastia Han que viu a forma de arte alcançar novos níveis e se tornar uma forma popular de entretenimento.

A maioria dos grupos foram formados ao longo de linhas familiares e desenvolveram habilidades e rotinas que, com algumas alterações, são realizadas até hoje.

Conhecido como o “Pai Hsi” ou os “Cem Atos”, durante este período o circo evoluiu para um longo show com grande variedade de números de trampolim, malabarismo e mágica.

Zh`ang Heng, um grande homem de letras na Dinastia Han Oriental, registrou em um de seus escritos, “The Western Capital Fu”, muitas rotinas acrobáticas emocionantes e truques de mágica. O circo chinês moderno, por mais sofisticado que possa parecer, foi criado e realizado pelos antigos acrobatas chineses.

Esses acrobatas foram os favoritos da corte ao longo do Período Wei do Norte (386 – 534), na Dinastia Sung (960 – 1279), como registrado em livros e pinturas da época. Durante a Dinastia Sung, a arte da acrobacia foi praticada por metafísicos taoístas em um esforço para aperfeiçoar suas habilidades físicas e concentração mental.

Com o passar do tempo, o público do circo chinês mudou e, além dos nobres, os artistas foram bem recebidos também pelas pessoas comuns. Os artistas do circo se juntaram a marionetes, contadores de histórias, magos, dançarinos e outros artistas, que já se apresentavam para camponeses.

O governo chinês começou a acompanhar de perto o movimento de grupos e artistas individuais.

Como resultado, ao longo dos séculos XIX e XX, o circo chinês existiu em um formato menos estruturado. Viajando sozinhos ao invés de em grupos, os artistas ficaram desmoralizados e desacreditados perante o público.

Em 1949, a República Popular da China começou a financiar grupos e o circo chinês ressurgiu como uma forma de arte popular. Foi criado um grande número de novos programas com acompanhamento musical, figurinos, adereços, iluminação e o circo chinês tornou-se uma forma abrangente de arte de palco, tão magnificamente representada pelos artistas do Circo Imperial da China.

 

Outubro no Pa-Kua tem aniversário de escola, aulas especiais, cursos e Halloween

Faltam poucos dias para o fim de outubro e, ainda assim, a agenda de atividades do Pa-Kua está cheia! Confira a programação e saiba como participar!

SEXTA-FEIRA (19)

Na sexta-feira (19) será comemorado o aniversário da primeira escola de Pa-Kua de Curitiba, localizada no centro, fundada pelo mestre Marco Antonio Filho. Todos que treinam Pa-Kua na cidade fazem parte dessa história.

Mestre durante o curso de Arqueria.

Na data, haverá uma aula especial com o Mestre Superior Fernando Sandri, destinada aos instrutores e, claro, um aulão comemorativo ministrado pelo Mestre Marco Antonio Coelho. Ás 21h ainda vai rolar uma confraternização com comes e bebes. A participação é gratuita. 

Fique sabendo mais sobre a história da escola 

SÁBADO (20) 

Uma das armas mais antigas de todos os tempos, e chamada na China de “avô de todas as armas”, é o bastão longo. Apesar de simples, é bastante versátil e oferece diferentes tipos de vantagens na luta – visando o desenvolvimento da percepção e da expansão do campo energético pessoal. Será realizado às 19h30, no recinto do Batel e tem duração de duas horas. O custo de participação é de R$ 246 e deve ser comprado aqui.

Treino com bastão longo

Vale lembrar que o curso foi revisado recentemente, durante as Aulas Abertas de 2017.

DOMINGO (21) 

Que tal atrelar a prática dos tiros com arco e flecha, que praticamos nas escolas, com o contato com a natureza e com colegas pakuanos de toda a cidade? No próximo domingo (21), será realizado o Domingo de Arqueria, num sítio localizado na região de Campina Grande do Sul. Fique tranquilo, o ponto de encontro é a escola do Juvevê. Garanta já a sua participação (que pode ser feita em até 18x via PagSeguro!!).

arqueria

E o que este dia tem de tão diferente? Vamos dar tiros bem mais longos (alvos a 20, 30, 40 e 50 metros)! Também vamos nos divertir com práticas de combate, exercícios táticos, tiros em alvos em movimento, tiros meditativos, práticas de tiros ritualísticos, brincadeiras, diversão e, claro, confraternização. Leia mais. 

TERÇA (23)

A tonfa (Shuang Guai) é uma arma bastante conhecida por seu uso em polícias e vigílias. O curso também foi revisado recentemente e será ministrado (módulo III) pelo mestre Marco Antonio Filho, às 18h, na escola do Centro. O valor do curso é de R$ 246 e deve ser comprado pelo site.

SÁBADO (27) 

Quem gosta de facas também vai poder fazer uma aula diferente na escola das Mercês, para trabalhar a afiação de facas. Serão estudados o perfil das lâminas, assim como as vantagens e desvantagens do uso de cada uma. O encontro é às 16h30 e o investimento de R$ 50.

À noite, às 19h, os pakuanos poderão se reunir numa festa horripilante (com ou sem fantasia!). O Halloween do Pa-Kua terá decoração e comidas temáticas. O evento será realizado num salão de festas, na Rua Comendador Araújo, 80, no Salão de Festas. Crianças pagam R$ 10 e adultos R$ 15. Os convites podem ser comprados nas escolas.

Pa-Kua Centro faz 15 anos – conheça quem trouxe o conhecimento para a cidade

Assim como muitas pessoas, o mestre Marco Antonio Filho, 49 anos, conheceu o Pa-Kua procurando uma Arte Marcial. “Eu queria algo tradicional, que ensinasse a filosofia oriental, defesa pessoal funcional e também o manuseio de armas antigas”, disse. Ele, que já tinha praticado outras artes marciais mais voltadas para competições e combate esportivo estava sofrendo com constantes dores nas costas e queria uma atividade voltada para o seu bem-estar: algo que proporcionasse melhoria no alongamento e fortalecimento da musculatura.

Mestre durante o curso de Arqueria.

Mestre durante o curso de Arqueria.

Foi assim que ele começou a praticar as modalidades de Arte Marcial e Reflexologia, na cidade de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, em 1998. Na faixa cinza, em 2001, quando se tornou Instrutor de Pa-Kua, graduação em que os alunos são incentivados e recebem a permissão para dar aulas com supervisão, começou a ministrar aulas na escola de Brusque, também em Santa Catarina. “Aí passei a me envolver de forma mais intensa, porque o conhecimento de Pa-Kua me fascinava todos os dias. O interesse foi tão grande que passei a me dedicar só à escola”. Atualmente, Marco Antonio é 6º Grau DD.

“Não falaríamos de Pa-Kua em Curitiba se não falássemos do mestre Marco Antonio Filho. Há 16 anos, foi ele quem trouxe o ensino para a cidade quando ainda era faixa azul e há 15, abriu a escola do centro, que muitos de nós treinamos ou fazemos aulas especiais e atividades na itinerância”

Mestre Marco Antonio Coelho, em foto atual, na escola do Centr

Mestre Marco Antonio, em foto atual, na escola do Centro

Mudança de Vida 

A grande virada aconteceu em 2002. “Decidi que me mudaria para Curitiba para trazer o Pa-Kua para a cidade e levar o conhecimento que tanto me fazia bem para outras pessoas”. No primeiro ano, ensinou Armas de Corte, Arte Marcial e Reflexologia em academias e outros espaços com diferentes atividades; formando o seu primeiro grupo de alunos. Assim, em 2003 pode dar um novo passo – a escola do centro.

Mestre Marco Antonio em uma das reformas da escola do Centro.

Mestre Marco Antonio em uma das reformas da escola do Centro.

Com um grupo de 30 alunos, praticantes de Pa-Kua destes diferentes lugares, abriu a escola que conhecemos até hoje e é uma das mais antigas do Brasil. Todos os praticantes da cidade estão ligados ao endereço da Rua Benjamin Constant. Se eles não foram alunos do recinto, seus mestres e antecessores foram.

Mestre Marco ainda na faixa cinza.

Mestre Marco ainda na faixa cinza.

Motivação

Marco Antonio diz que a maior motivação para trabalhar com Pa-Kua são as transformações dos alunos. “Com o passar do tempo, via que os praticantes mudavam a forma de encarar o dia a dia e também obtinham melhor qualidade de vida, alcançando diferentes melhorias pessoais”, diz.

Mestre Marco Antonio Coelho em uma das Aulas Abertas

Mestre Marco Antonio Coelho em uma das Aulas Abertas

Para ele, é possível enxergar estas mudanças tanto em trabalhos que exigem maior esforço físico, como Arte Marcial e Armas de Corte, quanto nas modalidades terapêuticas, como Reflexologia, Sintonia e Energia.

A cidade

Nestes 16 anos, muitas pessoas passaram a conhecer o conhecimento de Pa-Kua e todo o trabalho propagado pela Liga Internacional em diferentes cidades do Brasil e do mundo. Segundo Marco Antonio, trazer Pa-Kua para cá não foi uma ideia de empreendimento comercial ou academia. “Além do âmbito profissional meus ideais foram muito reforçados pelos mestres que me acompanhavam, ensinaram e me fizeram ver que este seria um trabalho de expansão de conhecimentos que fariam o bem para os outros; que eles pudessem ser sua melhor versão diariamente”. Seu trabalho, diariamente, é o de permitir o acesso do conhecimento ao maior número de pessoas possível.

Para ele, Pa-Kua é uma atividade que preenche os diferentes segmentos da sua vida. “Sinto-me mais completo tanto por conta das práticas marciais que treino, assim como a parte social, por meio das aulas que ministro e também as pessoas que lido no meu dia a dia; como alunos, mestres e instrutores. Por último, ainda sou grato ao desenvolvimento interior diário proporcionado pelo autoconhecimento atingido ao executar práticas terapêuticas harmonizadoras”.

Atualmente, o mestre ministra aulas todas às sextas, voltadas a Arte Marcial e Condicionamento Físico para os faixas avançadas da cidade. WhatsApp Image 2018-10-17 at 09.45.49 (1) 25550432_1619983958040440_3737592423342870338_n

SAVE THE DATE

Na próxima sexta-feira (19) todos os praticantes de Pa-Kua de Curitiba estão convidados para comemorar com o mestre Marco o aniversário de 15 anos da escola do centro. Na data, haverá uma aula especial com o Mestre Superior Fernando Sandri, destinada aos instrutores e, claro, um aulão comemorativo ministrado pelo Mestre Marco Antonio, fundador da escola do centro e responsável por trazer o Pa-Kua para a cidade.

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Motivos para aprender a lutar com uma bengala

Desde a antiguidade existem relatos dos homens usando bengalas – é possível lembrar-se de Moisés, pensar em Charles Chaplin em “Tempos Modernos” (1936) ou fazer referências ao sapateado de Fred Astaire em clássicos do cinema como “Cinderela em Paris” (1957).

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Para ajudar o homem a enfrentar dificuldades em terrenos difíceis, a dançar ou associar o indivíduo como símbolo de poder e elegância, o objeto estava lá, sempre às mãos. Na literatura, ganhou charme quando Arthur Conan Doyle a colocou ao alcance de Sherlock Holmes. Phineas Fogg, personagem principal de “A Volta ao Mundo em 80 dias”, de Julio Verne, também levava um sword cane em sua viagem ao redor do mundo.

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A facilidade do acesso à arma, que começou a ser usada pelos cavaleiros juntamente com as espadas e sua aceitação nos dias de hoje; faz com que ela seja útil, perigosa e eficiente.

IGUALDADE

Não importa se você é mais baixo ou fraco. O uso de uma bengala na luta permite a igualdade entre os oponentes – assim como outras armas, ela permite equilibrar as diferenças. Além disso, aumenta a autoconfiança de quem a usa. Na prática, incorpora técnicas de bastão, sabres e tonfa, além de outras específicas.

CHARMOSA

Nos séculos XVII e XVIII, nenhum homem queria sair de casa sem portar uma bengala – era possível, inclusive, identificar o status social de uma pessoa pelo acessório.  Como assim? Na França, por exemplo, Luiz XIX usava uma bengala cravejada em pedras preciosas e chegou a restringir seu uso aos aristocratas. Luís XIV, “O Rei Sol”, um dos mais conhecidos da história e que tanto influenciou a moda, também não abria mão do uso do acessório.

O Rei Sol: Seu reinado de 72 anos é o mais longo de toda história do planeta; Nenhum outro monarca ocupou um trono por tanto tempo. Foi um dos líderes da crescente centralização de poder na era do absolutismo europeu.

O Rei Sol: Seu reinado de 72 anos é o mais longo de toda história do planeta; Nenhum outro monarca ocupou um trono por tanto tempo. Foi um dos líderes da crescente centralização de poder na era do absolutismo europeu.

Nos anos 1700, em Londres, era preciso uma licença para se carregar uma bengala; e grandes marcas conhecidas até hoje por fashionistas como Tifffany (das joias, sim!), Faberge e Murano investiam em produções feitas com metais preciosos, ossos de baleia, diferentes tipos de madeiras, etc.

No Brasil, os malandros cariocas adotaram a bengala como um símbolo de elegância e um protesto irônico à aristocracia, assim como o terno branco (o terno preto era o traje dos homens da elite). Normalmente, era usada em combate em combinação com a capoeira (também chamada na época de “pernada”).

ÚTIL COMO UMA ESPADA

Em certos aspectos, ele pode ser tão (ou mais) útil que uma espada. Ainda no século XVIII, foram desenvolvidas na Europa, mais especificamente na França, técnicas de defesa pessoal com o uso da bengala. Na época, muitos homens combinavam estas técnicas aos treinos de pugilismo ou esgrima.

O Savate, conhecido popularmente como boxe francês, estilo de luta que envolvia pontapés altos e golpes com a mão aberta, originalmente incluía técnicas com a arma.

Em 1898, Edward William Barton-Wright, após ter passado três anos no Japão, retornou a Inglaterra e anunciou a formação de uma “nova arte de defesa”. Esta arte procurava combinar os melhores elementos de uma variedade de estilos de luta. Assim nasceu o “Bartitsu”, que combina a bengala com técnicas de defesa pessoal.

No Pa-Kua

Na escola, técnicas de luta com a bengala são ensinadas em cursos. Eles envolvem exercícios de alongamento e flexibilidade, fundamentais para a prática; assim como fortalecimentos e práticas de resistência. Depois, são ensinados ataques, defesas e movimentações com a arma. Suas técnicas são ensinadas em dois módulos diferentes, com duração de duas a quatro horas. O valor da participação é de R$ 274 (cada módulo).

Quando posso fazer?

No próximo sábado (13), das 19h30 às 21h30, o mestre Roberto Trinkel vai ministrar o primeiro módulo do curso na escola do Batel (Rua Cel. Dulcídio, 290). Garanta sua vaga aqui. Mais informações pelo WhatsApp: (41) 9 9261-1663.

 

 

Venha atirar com arco e flecha pela primeira vez

Você, pakuano, já escutou algum amigo dizendo que atirar com arco e flecha como você faz deve ser MUITO LEGAL? Com certeza, sim! Muitos de nós, inclusive, acabamos conhecendo o Pa-Kua depois de uma aula aberta de arqueria.

Agora, chegou a hora de você convidar os seus amigos para uma experiência única. No domingo 04 de novembro, vamos promover um aulão especial com técnicas e tiros básicos com arco e flecha + introdução à história da arqueria chinesa. O local? A escola do Batel (Rua Cel. Dulcídio, 290), das 15h às 17h.

A entrada do aulão custa R$ 5 e pode ser comprada aqui. Os mestres e instrutores da escola estarão lá para ajudar todos a terem uma experiência completa – você vai se sentir como num filme ou série de ação.

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A prática regular de arqueria melhora a agilidade, destreza e precisão. Promove o desenvolvimento do raciocínio lógico e estratégico, alivia o estresse e a tensão (uma ótima pedida para os dias de hoje), promove melhoria do controle do corpo e da mente, desenvolve o foco e a concentração.

E aí, quem você vai convidar? A aula tem a duração de duas horas e os participantes poderão aproveitar uma promoção de plano de treino especial: 50% de desconto no treino livre por três meses, em qualquer uma das seis escolas da cidade.

Evento para compartilhar no Facebook.

Participe!

O que são alongamentos estático, dinâmico e passivo?

Antes mesmo de você começar a praticar exercícios regularmente já se sabe: alongar é importante. Ainda assim, são poucas as pessoas que têm conhecimento do por que alongamos antes ou depois das práticas esportivas.

Em termos genéricos, o alongamento é o exercício físico voltado para a flexibilidade corporal. Músculos mais alongados são músculos mais fortes: o motivo? O alongamento promove a quebra das fibras musculares, deixando os músculos maiores e não atrofiados.

Ao mesmo tempo, os músculos são como elásticos que precisam ser frequentemente estendidos para não “arrebentarem” quando forem muito exigidos. E o alongamento promove exatamente essa flexibilização.

Conheça as modalidades do Pa-Kua 

A prática do alongamento muscular melhora potencialmente a movimentação das articulações, diminui dores e aumenta a disposição  – podendo ser feito em intensidades e objetivos diferentes: é uma prática indicada para todas as idades. A importância do alongamento passa também pela melhoria da postura.

Conheça os diferentes tipos de alongamento

Ao entender a importância do alongamento na atividade física, saiba que existem diferentes tipos de alongamento e cada um deles é realizado de uma forma, cumprindo papéis bem específicos na musculatura. Veja abaixo:

Estático

É o tipo de alongamento mais tradicional. Nele, enquanto uma área fica estendida, o restante do corpo permanece parado. A recomendação é que o atleta fique entre 30 e 60 segundos na mesma posição para bons resultados.

Dinâmico

No alongamento dinâmico o atleta faz movimentos de vai e vem, que por sua vez ajudam a trabalhar diferentes estruturas, por meio de estímulos que ajudam os músculos a se soltarem e ficarem menos tensos.

Passivo

Nesse alongamento o atleta recebe a ajuda de outra pessoa ou equipamento, que o auxilia no controle da força aplicada, sempre respeitando os limites do corpo e contribuindo para que as posições sejam anatomicamente confortáveis.

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No Pa-Kua, os alongamentos são trabalhados em todas as modalidades de formas diferentes e focos específicos. Em todas as aulas, praticamos uma série de movimentos repetitivos, os 24 movimentos iniciais, que estimulam o alongamento e ativam diferentes partes do corpo. Há também modalidades como acrobacia, sintonia e cosmodinâmica, que trabalham exercícios diferentes, direcionados a prática.